Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências 

A Revista é um periódico anual publicado pela ABLAC. Os trabalhos produzidos pelos acadêmicos são publicados na Revista, em prosa ou verso. Embasam grande parte dos escritos, o estudo e a pesquisa sobre os valores, tradições e história de Bela Vista de Goiás.

PERFIL CULTURAL – Seu Papel, Sua Importância

A Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências é uma entidade sociocultural sem fins lucrativos. É constituída por escritores, historiadores, memorialistas, cientistas, poetas, palestrantes, literatos, jornalistas, artistas plásticos, enfim por militantes do campo da literatura, da ciência e das artes. 

Os trabalhos produzidos pelos Acadêmicos são publicados na revista Perfil Cultural, em prosa ou verso. Embasam grande parte dos escritos, o estudo e a pesquisa sobre os valores, tradições e História de Bela Vista de Goiás.

A Perfil Cultural é retratada, neste texto, pela opinião de autores da seção Apresentação atestando sua relevância no cenário cultural goiano.

Ático Vilas Boas da Mota, Presidente da Fundação Professor Mota, Macaúbas, Bahia - “Nem todos os rincões de Goiás tiveram a sorte de ver traçados os seus perfis culturais ao longo do tempo”. Bela Vista conta com “um expressivo arauto da sua cultura – a Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências que [...] foi implantada para colocar o torrão e os valores belavistenses à altura da dinâmica moderna, isso é, em sintonia com o desenvolvimento de Goiás e do Brasil”. (v.1, n.1, 2005).

José Nicolau Heck, filósofo – Perfil Cultural é “simultaneamente ferramenta, espelho e porta-voz da Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências”. (v.1, n. 2, 2007)

Maria Elizabeth Fleury Teixeira, Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás - “Pesquisando as publicações periódicas das Academias de Letras interioranas do Estado de Goiás chegamos a uma realidade antevista, mas que, somente agora após consultas, podemos afirmar: a Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências é a primeira delas, pela sistemática de organização, atividades e publicações culturais.”

“Na última década do século passado e nos primeiros quinze anos deste século XXI foram fundadas em cidades do interior do Estado muitas Academias de Letras, Ciências e Artes, no entanto, manter constante o interesse acadêmico e um periódico de excelente qualidade, somente a Academia de Bela Vista de Goiás tem conseguido esta difícil proeza”. (Ano 8, n.9, 2014).

Lena Castello Branco, historiadora – “Perfil Cultural é um órgão que registra o presente e o passado, “além de perenizar pessoas e fatos que seriam sepultados pela avalanche da modernidade, mas que precisam continuar a viver na memória dos descendentes dos filhos da terra e dos seus filhos adotivos, os novos habitantes do município e do Estado.” (Ano 4, n. 5, 2010)

Julieta Pacheco de Moura Belchior, poetisa - “Perfil Cultural sintetiza no n. 8 a operosa e magnânima força de dedicação continuada da Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências na valorização da cultura e fatos regionais”. (Ano 7, n. 8, 2013). 

Adrianna Maria Senise e Silva, Mestre em Direito – “A Perfil Cultural, pelos escritos e ilustrações, é fonte de conhecimento relevante, que surge dos artigos, contos, crônicas, memórias, poesias, resenhas e documentos”. (Ano 10, n. 11/2017-2018).

De Ângela Jungmann, Mestre em Linguística, 2012. “Perfil Cultural se firmou nos meios literários goianos, não só porque mantém e preserva sua periodicidade, mas, também e, sobretudo, porque cultiva a excelência da matéria que veicula”. (Ano 6. n. 7, 2012)

Lena Castello Branco, historiadora - Na Perfil Cultural pela “inteligência e sensibilidade dos sócios da Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências, artistas, pesquisadores, intelectuais” que publicam “trabalhos de excelente qualidade e atualidade, que remetem às diversas expressões da literatura, da história, da pedagogia, das artes e da memorialística”. A preocupação com o resgate da cultura belavistense traduz-se em artigos, ensaios, crônicas, contos, estudos biográficos, poemas, depoimentos, dentre outros. (Ano 4, n. 5, 2010).

Ângela Jungmann, Mestre em Linguística - A matéria publicada na Perfil Cultural reflete “aspectos histórico-culturais do Planalto Central, como o fundamentado artigo da historiadora Lena Castello Branco” que versa sobre a decisiva participação dos goianos no congresso nacional, e na demarcação e desapropriação de terras para que se pudesse transferir a capital federal para o Planalto Central”. E a “narrativa inédita de Maria Elizabeth Fleury Teixeira” sobre “dados biográficos do engenheiro Jerônimo Augusto Fleury Curado – componente da comissão que escolheu o local para a construção de Goiânia”. 

Maria Helena de Oliveira Brito escreve importante estudo sobre o folclorista José Aparecido Teixeira e cantadores antigos de Bela Vista, como o Décio Araújo (Ano 6, n.7, 2012).

Maria Helena de Oliveira Brito, historiadora, Doutora em História- “A Academia, representada por ex-alunas, considera importante prestar uma homenagem à PUC-Goiás pelos cinquenta anos de dedicação à Educação Superior em Goiás. As ex-alunas rememoram em artigos os tempos da fundação e funcionamento da Faculdade de Filosofia, núcleo primeiro do saber científico”. (v.1, n.3/2008-2009).

Ângela Jungmann, Mestre em Linguística – Na Perfil Cultural encontra-se “a exposição de Nancy Helena Ribeiro sobre a esclarecedora denominação primitiva de Bela Vista”, que era Suçuapara, desmitificando “‘tradição inventada’ sobre o nome do lugar”, e, fazendo uma incursão através da história da cidade, mostra iniciativa dos habitantes para elevar à condição de Vila o Arraial de Bela Vista”. (Ano 6, n.7.2012)

Bento Alves Araújo Jayme Fleury Curado, escritor e historiador - "Na esteira do tempo, na senda idealista, a Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências prossegue no atendimento do seu ideal maior que é a difusão da história, memória e fazer artístico da antiga Suçuapara, hoje Bela Vista de Goiás, no resguardo da mais legitima tradição". (Ano 11, n.12, 2019)

Nancy Ribeiro de Araújo e Silva, historiadora – Salta evidente a importância da Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências como célula difusora de cultura, que, sem apoio pecuniário estadual ou municipal, existe e sobrevive há 15 anos produzindo trabalhos literários e científicos, disseminando conhecimento, contribuindo para a preservação e conservação de bens do patrimônio histórico, da instrução, da educação, do meio ambiente, e da Língua Pátria.”

“A Academia é grata às pessoas e entidades que contribuíram para que chegasse aonde chegou: ao ápice da sociedade cultural de Goiás” (Ano 9, n. 10/2015-2016). 

Pelas páginas da Perfil Cultural vem sendo publicada a História de Bela Vista de Goiás fundamentada em metodologia científica com emprego de fontes históricas fidedignas – escritas, orais e iconográficas. Fundadores da cidade, comunicação sobre o primeiro nome do município (Suçuapara), primeiras escolas, professores pioneiros, atividades da Igreja- o sagrado e o profano – biografias de personalidades ilustres, estudo sobre Patronos da Academia, enfoques sobre patrimônio histórico cultural edificado, tanto o urbano como o rural, memórias sobre instituições educacionais que marcam a educação em Goiás, citando-se a Universidade Federal de Goiás, Universidade Católica de Goiás e colégios pioneiros do Estado. Ressalta-se o estudo sobre “história para crianças” comparativo ontem e o hoje da cidade, de Esther Arantes. Ainda, a veiculação de ensaios sobre matéria de Meio Ambiente e Direito, de Maria Emília de Moraes Rocha; as lições sobre Língua Portuguesa, de Ângela Jungmann. São alguns dos temas abordados na Perfil Cultural, órgão oficial de divulgação literária, artística e científica da Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências. 

Bela Vista de Goiás, 15 de março de 2021.

Nancy Ribeiro de Araújo e Silva

Presidente

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